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Última atualização: 10/10/2018 - Atualizado em 02/10/2013h46

Aumenta o quadro de importadores de carne de frango

Comparativamente a meses anteriores o grupo de principais importadores da carne de frango brasileira permanece inalterado: entre janeiro...

De AF News Análises

Comparativamente a meses anteriores o grupo de principais importadores da carne de frango brasileira permanece inalterado: entre janeiro e setembro de 2018 os 10 primeiros importadores responderam por dois terços do total exportado e o terço restante distribuído entre 143 países.

A única diferença, parece, está no número de países atendidos, que aumentou 12,5%, passando de 136 no mesmo período do ano passado para 153 países atualmente. De comum entre os dois grupos, a redução no volume importado.

Seis dos 10 principais importadores registram recuo. Ou seja: no grupo, o incremento fica restrito a China (+10,25%), Emirados Árabes Unidos (+2,77%), México (+18,33%) e Coreia do Sul (+25,36%). Porém, em termos de mercados atendidos, é oportuno considerar que a queda registrada por Hong Kong (26,3 mil toneladas a menos) foi neutralizada pela China (30,5 mil toneladas). Assim, o mercado chinês ampliou suas importações e permanece como principal receptor da carne de frango brasileira, absorvendo perto de 16,5% do total exportado pelo País (na receita, a participação chinesa sobe para 18% do total).

Por falar em receita, a China, novamente, se encontra entre os poucos países (somente três) que fecharam os nove primeiros meses de 2018 propiciando aumento de receita em relação ao mesmo período do ano anterior. Neste caso, porém, o aumento da receita chinesa não neutralizou a queda, de mais de 13%, registrada por Hong Kong.

Além da China, portanto, apenas outros dois países registraram aumento de receita no período: África do Sul e Coreia do Sul. Aqui, entretanto, há uma certa surpresa em relação à África do Sul. Pois apesar de terem reduzido ligeiramente suas importações (queda pouco superior a meio por cento), os sul-africanos registram aumento de quase 5% na receita cambial. Sinal de valorização do produto ou, então, de exportação de itens com maior valor agregado.

Fonte: Avisite
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