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Última atualização: 25/6/2018 - Atualizado em 02/10/2013h46

Taxas de juros recuam com dólar após retirada de risco Lula da pauta do STF

Os juros futuros operam em baixa, na esteira do dólar ante o real na...

De AF News Análises

Os juros futuros operam em baixa, na esteira do dólar ante o real na manhã desta segunda-feira, 25. O catalisador das perdas é a retirada do pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da pauta desta Terça-feira (26) do Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro da Corte Edson Fachin, segundo um operador.
Na sessão anterior, a previsão desse julgamento embalou as taxas de juros longas, que fecharam em alta, uma vez que havia temores de que Lula pudesse ser solto e conseguisse disputar as eleições, já que segue na liderança de intenções de votos em todas as pesquisas nas quais aparece, mesmo preso desde abril em Curitiba, onde cumpre a sentença de 12 anos e um mês no caso triplex.

No câmbio, ajudam a fortalecer o real a perspectiva de uma oferta à tarde (15h15) de até US$ 3 bilhões em linha de dólares, além da possibilidade de fazer leilão de swap extra no mercado futuro. A operação de rolagem de até US$ 440 milhões relativo ao vencimento de swap de julho está marcada para 11h30.

Na renda fixa, o Tesouro Nacional seguem também com a artilharia para conter a volatilidade e dar liquidez ao mercado. Estão previstos nesta segunda oferta de até 3 milhões de LTN para compra e até 500 mil para venda (10h30), e até 2 milhões de NTN-F para compra e até 300 mil para venda (11h30). Na sexta-feira, 22, as taxas fecharam perto dos ajustes, com viés de baixa no curtos e médios e de alta nas longas, num dia de liquidez baixa.

Ao longo da semana, os investidores devem reagir à ata da reunião do Copom (terça-feira), e monitorar o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e o IGP-M de junho, ambos na quinta-feira, 28, após o Copom ter sinalizado na semana passada, ao manter a Selic em 6,50%, que a porta está aberta tanto para aumento como manutenção da taxa na reunião de agosto.

No exterior, a cautela se mantém após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar retaliar países que não retirarem “barreiras artificiais” contra produtos americanos.

Fonte:IstoéOs juros futuros operam em baixa, na esteira do dólar ante o real na manhã desta segunda-feira, 25. O catalisador das perdas é a retirada do pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da pauta desta Terça-feira (26) do Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro da Corte Edson Fachin, segundo um operador.
Na sessão anterior, a previsão desse julgamento embalou as taxas de juros longas, que fecharam em alta, uma vez que havia temores de que Lula pudesse ser solto e conseguisse disputar as eleições, já que segue na liderança de intenções de votos em todas as pesquisas nas quais aparece, mesmo preso desde abril em Curitiba, onde cumpre a sentença de 12 anos e um mês no caso triplex.

No câmbio, ajudam a fortalecer o real a perspectiva de uma oferta à tarde (15h15) de até US$ 3 bilhões em linha de dólares, além da possibilidade de fazer leilão de swap extra no mercado futuro. A operação de rolagem de até US$ 440 milhões relativo ao vencimento de swap de julho está marcada para 11h30.

Na renda fixa, o Tesouro Nacional seguem também com a artilharia para conter a volatilidade e dar liquidez ao mercado. Estão previstos nesta segunda oferta de até 3 milhões de LTN para compra e até 500 mil para venda (10h30), e até 2 milhões de NTN-F para compra e até 300 mil para venda (11h30). Na sexta-feira, 22, as taxas fecharam perto dos ajustes, com viés de baixa no curtos e médios e de alta nas longas, num dia de liquidez baixa.

Ao longo da semana, os investidores devem reagir à ata da reunião do Copom (terça-feira), e monitorar o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e o IGP-M de junho, ambos na quinta-feira, 28, após o Copom ter sinalizado na semana passada, ao manter a Selic em 6,50%, que a porta está aberta tanto para aumento como manutenção da taxa na reunião de agosto.

No exterior, a cautela se mantém após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar retaliar países que não retirarem “barreiras artificiais” contra produtos americanos.

Fonte:Istoé
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