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Última atualização: 03/10/2018 - Atualizado em 02/10/2013h46

BNDES aprova R$ 63 mi à usina de cana

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 62,9 milhões para a ampliação da...

De AF News Análises

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 62,9 milhões para a ampliação da capacidade de cogeração de energia da Pitangueiras Açúcar e Álcool, usina localizada no município de Pitangueiras (SP).

Segundo comunicado da companhia nesta terça-feira (02), o objetivo é “otimizar a capacidade industrial do empreendimento e maximizar o potencial de geração de energia a partir do bagaço de cana produzida.” O projeto contempla também a interligação de uma subestação à rede da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL).

Em 2004, a Pitangueiras inaugurou uma planta de geração de energia elétrica e, dois anos depois, passou a comercializar o excedente.

Atualmente, a usina de cana-de-açúcar já produz energia suficiente para sua própria operação e conta com um excedente de 90 mil megawatt/hora (MWh) que é negociado no mercado livre.

Segundo a Pitangueiras, após a conclusão do projeto, que terá período de implantação de dois anos, a capacidade de geração por hora será ampliada para 70 MW, uma expansão de 180%.

Já o potencial de exportação de energia, informa a companhia, deve aumentar 133%, chegando a 210 mil MWh em cada ano safra, montante capaz de suprir 44 mil residências anualmente.

Considerando apenas o investimento no empreendimento, a energia gerada é suficiente para atender 25 mil domicílios por ano.

Mercado

Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), o setor sucroenergético detém hoje em torno de 7% da potência outorgada no Brasil e 77% da fonte biomassa – que inclui, entre outros, resíduos sólidos urbanos, de animais e biocombustíveis líquidos – sendo a quarta fonte de geração mais importante da matriz elétrica brasileira em termos de capacidade instalada, atrás da hídrica, das termelétricas com gás natural e das eólicas.




Fonte: DCI
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